360 Segredos de Cardiologia com Dr. Ferreira: Arritmias e Pacemakers - será tudo bom?

Updated: Sep 15

💡 As arritmias cardíacas são comuns em doentes com doença cardíaca estrutural, podem contribuir para o agravamento da hemodinâmica, e podem precipitar insuficiência cardíaca descompensada aguda.

💡Taquiarritmias aumentam a demanda de oxigénio do miocárdio e reduzem o tempo disponível para o enchimento ventricular na diástole, comprometendo Volume Sistólico (VS) ventricular e Débito Cardíaco (DC).

💡Uma vez que o VS está comprometido em doentes com disfunção ventricular esquerda (VE), a manutenção do DC depende em grande parte de uma frequência cardíaca adequada. É por isso que o rítmo cardíaco excessivamente lento (isto é, bradiarritmias) também pode deprimir DC.

💡 A dissociação entre a contração auricular e ventricular (como no bloqueio auriculoventricular de alto grau) reduz a contribuição auricular para o enchimento ventricular, prejudicando o VS e o DC subsequentes em doentes com disfunção sistólica ou diastólica. 💥💥 Condução intraventricular anormal, como na taquicardia ventricular ou 👉 pacing apical do ventricular direito, pode prejudicar o desempenho do miocárdio devido à perda de contração ventricular sincronizada.

💡🗝 A optimização da sincronização atrioventricular e ventriculoventricular é o principal mecanismo de benefício da terapia de ressincronização cardíaca (pacing biventricular) em doentes com disfunção de VE e insuficiência cardíaca.


Hilaryano Ferreira, MD.

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